Porno RPG

Uma orda de goblins assolava uma pequena vila, levando constantemente humanos como prisioneiros. Três aventureiros em busca de ouro e boa reputação, decidiram livrar a vila deste terrível mal. Tudo correu bem, os goblins foram todos mortos e na última sala  se encontrava a única sobrevivente – uma jovem camponesa, presa em uma gaiola, ela havia sido estuprada por dezenas de goblins, viu seu marido morrer na sua frente e depois viu seus dois filhos serem comidos vivos pelos goblins.

Quando nossos aventureiros chegaram à sala e  resgataram a mulher, esta focou seu olhar no guerreiro drow e em seus músculos, tendo em seguida demonstrado um caloroso agradecimento, dando a entender que queria ter relações sexuais com o drow (justo com o drow!!!).  A narrativa do mestre direcionada ao drow se deu mais ou menos da seguinte forma: “E você sente os seios rijos da mulher tocando seu corpo… ela te deseja”.

A mulher, recém estuprada por goblins, e totalmente traumatizada já estava pronta para fazer uma nova família!  (e com o drow)! Como?

Mas não paramos por aí, em uma outra mesa, um certo mago levantou o seguinte questionamento: “posso me masturbar usando mãos mágicas?”  Pior não foi o fato desta bilhante duvida ter aparecido, mas o fato de todos terem parado para imaginar e ponderar se era possível e se seria bom ter uma mão extra na hora ‘do ato’.

Eu poderia dar muitos exemplos mais… uma lista enorme de vezes onde o RPG virou uma espécie de pornoRPG. Não digo que essas ocasiões não sejam engraçadas, aliás, são muito ‘gozadas’ (embora ainda tenha pesadelos com a imagem mental do mago com três mãos).

Na realidade há um lugar onde eu quero chegar: Há uma gama enorme de rpgistas tarados por aí!!! Boa parte deles o são, diga-se. Eu me pergunto – por quê?

Posso dar alguns palpites, mas não sei até que ponto eles respondem essa terrível dúvida.

Palpite número 1:

99,9 % dos jogadores de RPG são homens e homens por excelência são tarados. Em uma passado muito distante, os machos  precisavam espalhar seu sêmem no máximo de fêmeas possíveis para a espécie humana não morrer, o que ficou gravado neles como uma espécie de memória genética, os levando a querer hoje em dia continuar ‘pegar’ desesperadamente tudo o que lembre uma mulher, ou até mesmo o que não lembre (as pobres cabras do interior que o digam, coitadas).

Palpite número 2:

Rpgistas nem sempre são caras atléticos, saradões e bem sucedidos materialmente. Muitos passam dias a fio na frente do computador jogando ou sentados em uma mesa rolando dados, o que não gasta muitas calorias – lamento informar. Algumas mulheres (não é meu orgulho dizer isso) tendem a ter um certo grau de seletividade que não envolve o cara que vai até a última fase do Fable, mas o cara de carro e que vai na academia todo dia e que não sabe o que quer da vida além de curtição. Em suma, se o pobre nerd rpgista não tem com quem ficar, extravasa sua tensão sexual para o mundo da fantasia, onde ele é um guerreiro forte e cheio de peças de ouro, ao invés de um nerd não muito bonito e sem perspectiva (putz, exagerei!) Se bem que, ninguém sabe onde eu moro e ninguém vai poder me linchar, então posso falar o que eu quiser…

A Garota!

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